Marin esnoba negativa de Dilma para encontro e diz que só pensa na seleção

Por Bruno Winckler - enviado iG a Goiânia | - Atualizada às

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Presidente da República evita reunião com chefe da CBF antes da abertura da Copa do Mundo

Bruno Winckler/iG
José Maria Marin nas tribunas do Serra Dourada antes de Brasil x Panamá

O chefe da CBF, José Maria Marin, deu de ombros para o afastamento da presidente Dilma Rousseff da seleção brasileira alguns dias antes da abertura da Copa do Mundo. Nesta terça-feira, antes de Brasil e Panamá se enfrentarem em Goiânia, cidade a 200km de Brasília, o presidente da CBF disse que a rejeição de Dilma não o preocupa.

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“Minha preocupação é a seleção brasileira, com a preparação para a Copa do Mundo e os resultados do time. Não me preocupo com qualquer outra coisa”, disse Marin.

A presidência da República não aceitou a postagem de Joana Havelange, diretora do COL, que compartilhou mensagem dizendo que “o que tinha de ser roubado na Copa, já foi”. A filha de Ricardo Teixeira e neta de João Havelange é subordinada a Marin, presidente do COL.

Chegada da torcida da seleção no Serra Dourada. Foto: Bruno Winckler/ iGTorcida brasileira no estádio Serra Dourada para assistir o amistoso contra o Panamá. Foto: Wander Roberto/VIPCOMMChegada da torcida da seleção no Serra Dourada. Foto: Bruno Winckler/ iGAmigos posam para as lentes dos fotógrafos no estádio Serra Dourada. Foto: Wander Roberto/VIPCOMMChegada da torcida da seleção no Serra Dourada. Foto: Bruno Winckler/ iGTorcida brasileira no estádio Serra Dourada para assistir o amistoso contra o Panamá. Teve gente que levou a bandeira do Atlético-GO. Foto: Wander Roberto/VIPCOMMChegada da torcida da seleção no Serra Dourada. Foto: Bruno Winckler/ iGCriançada também marca presença no estádio Serra Dourada. Foto: Wander Roberto/VIPCOMMChegada da torcida da seleção no Serra Dourada. Foto: Bruno Winckler/ iGA jovem posa otimista antes do amistoso entre a seleção brasileira e Panamá. Foto: Wander Roberto/VIPCOMM

Marin não polemizou sobre o assunto. Quando perguntado sobre os problemas que a Copa do Mundo enfrenta, como nos casos dos estádios que não foram plenamente testados antes da competição (caso da Arena Corinthians, palco da abertura), Marin fingiu não entender.

“Temos 23 jogadores convocados e todos estão prontos para fazer uma boa Copa”. Ao ouvir a mesma pergunta sobre estádio, tergiversou novamente. “A seleção está em ótima condição e o que importa é que temos um novo estádio em São Paulo, a Arena Corinthians”, disse. "Nós estamos no purgatório. Se vencermos a Copa, chegamos ao céu. Se perdermos, no inferno".

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